sábado, 23 de abril de 2011

Após vários anos de "sucesso" governamental, e numa altura em que as manchetes só especulam a intervenção do FMI em Portugal, pergunto me várias vezes como é que batemos no fundo. É óbvio que toda a gente tem a sua opinião, e as eleições são sempre "mascaradas" da mesma forma, mas como?
Como se pode pensar em cortar pensões quando o parque de estacionamento da Assembleia esta recheado de viaturas financiadas pelo Estado? Porque penalizar mais, quem pode pagar menos?
O nariz do Estado cresceu, virou um autentico Pinóquio, e o FMI como negociador, está hoje entre nós a corrigir anomalias, a verificar gastos, a traçar objectivos mas com tudo em segredo.
Agora que estamos à beira do precipício, as contas públicas deveriam ser um livro aberto, pois a mania das grandezas que se desenvolveu deverá ser uma boa lição de moral para quem aceitou os submarinos, aeroportos, Tgv, e muitos outros...
Mas o drama que se vive é como uma peça de teatro, e até ao cair do pano, tudo é possível.

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