quarta-feira, 27 de abril de 2011

Crónicas de ir cagar à mata - 1*

Hoje deparei-me com uma dúvida ao ver algo à porta da escola;

O que é um espécime masculino que quando se agacha mostra o fio dental?

terça-feira, 26 de abril de 2011

Procura-se politico.

Que não ande aos murros nem às cabeçadas, mas que seja:

Bem seco e curado;
- Porque tem de ter aspecto saudável e credível.
Cor de palha;
- Homem do povo que saiba reconhecer o sofrimento público.
Ganha volume depois de demolhado;
- Boa capacidade de argumentação no frente-a-frente e sem o uso de perdigotos.
Lascas perfeitas depois de cozinhado;
- Quando no poder, que tenha uma postura recta e assuma os compromissos prometidos.
Mil e uma receitas;
- Que traga as soluções para todos os nossos males.

A quem encontrar, lembre-se que de mal temperados estamos nós cheios, por isso analisar bem.

(Qualquer alusão ao Bacalhau, é pura coincidencia. Ou não!)

domingo, 24 de abril de 2011

Continuaremos a ser pessoas ou simplesmente bonecos?
Uma triste especulação de maiorias refere que é preferível nem pensar no que estará para acontecer. Uma digna forma de esperança sob a espécie Humana vai moendo que nem uma faca às voltas da ferida.
As tramas da sociedade vão providenciando uma estranha capacidade de viver e sobreviver. Um caminhada de charadas que remata a ideia geral com uma simples observação:
                                        -Vai tirar um curso de filha da puta.

sábado, 23 de abril de 2011

Após vários anos de "sucesso" governamental, e numa altura em que as manchetes só especulam a intervenção do FMI em Portugal, pergunto me várias vezes como é que batemos no fundo. É óbvio que toda a gente tem a sua opinião, e as eleições são sempre "mascaradas" da mesma forma, mas como?
Como se pode pensar em cortar pensões quando o parque de estacionamento da Assembleia esta recheado de viaturas financiadas pelo Estado? Porque penalizar mais, quem pode pagar menos?
O nariz do Estado cresceu, virou um autentico Pinóquio, e o FMI como negociador, está hoje entre nós a corrigir anomalias, a verificar gastos, a traçar objectivos mas com tudo em segredo.
Agora que estamos à beira do precipício, as contas públicas deveriam ser um livro aberto, pois a mania das grandezas que se desenvolveu deverá ser uma boa lição de moral para quem aceitou os submarinos, aeroportos, Tgv, e muitos outros...
Mas o drama que se vive é como uma peça de teatro, e até ao cair do pano, tudo é possível.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Na gaveta...

Bem, por onde começar! Isto ao fim de 33 anos tem muito que se lhe diga. O porque de "na gaveta"? Talvez porque as gavetas da minha cabecita já estão demasiado cheias, e por essa razão, tem que se arranjar uma nova, bem grande.

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios.
Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
(Charles Chaplin)


Desta forma, vou aqui colocar um pouquinho de tudo...a minha gaveta. Uma "mixelania" de tretas que me dão que pensar!